15 de jul de 2013

O Cartel da Turma do Ferrorama

A turminha do Ferrorama estava fazendo um cartel para ganhar mais nas licitações sobre transportes públicos em SP e outros estados a serem apurados ainda, isso foi o divulgado pela Folha de S. Paulo que segundo a reportagem, um dos participantes ou dono da bola que ficou magoado com os coleguinhas e resolveu caguetar todo o esquema é a Siemens, respeitada multinacional, pôs a boca no trombone e lascou todo mundo.

Menos a própria Siemens é claro que com isso conseguiu um tipo de anistia, graças a delação premiada, segundo a Folha faziam parte do esquema grandes empresas como a Aston, Bombardier, CAF e Mitsue, e a Siemens que agora esta arrependida e esta colaborando com as investigações.

Que será que vai acontecer agora com as próximas licitações? A Siemens vai ficar sozinha já que as outras devem ser punidas devido a seu envolvimento nessa pratica condenável pelo mercado, não sei ao certo o que vai acontecer e quais os tipos de punições elas devem sofrer, mas mesmo delatando a Siemens deveria pelo menos ser condenada a devolver aos cofres públicos o que arrecadou e ainda pagar uma multa bem gorda para largar a mão de ser besta, quanto as outras, alem do devolvimento aos do dinheiro aos cofres publico, elas deveriam ser impedidas de participar de qualquer licitação no Brasil por um prazo determinado.

Mas a minha opinião é que isso deveria ser feito de forma diferente, o governo deveria colocar no mercado a sua necessidade e abrir para iniciativa privada a oportunidade de fazer a obra e administra-la por um período longo de anos, tipo 30 anos ou mais, dependendo da obra, colocar as condições, tipo o serviço deve ter esse preço e essa qualidade e ficar só regulamentar, as empresas que façam com os seus próprios recursos, esse negocio do governo ser dono de coisas que podem ser muito lucrativas, para mim só serve para políticos engordarem suas contas e patrocinarem as suas campanhas politicas, veja a Petrobras que era a menina dos olhos do PT, hoje esta praticamente cega, indo de mau a pior, a sorte dela é que o petróleo é muito rentável, se fosse outro negocio acho que já teria afundado.


14 de jul de 2013

Por onde passa a redução dos custos

Por conta de todos os recentes movimentos e manifestações eu comecei a pensar por onde passa a redução das passagens de ônibus e outras coisas em geral, eu tenho uma ideia, mas acredito que ela não vai agradar muito gente, antes de mais nada quero ressaltar que claro e todos sabem que deve começar pela otimização dos recursos, e que o serviço seja contratado pelo melhor custo, ou seja o menor preço realmente, e que isso seja aberto para todas as empresas, inclusive estrangeiras.

Mas depois que isso for feito existe mais um item que acredito precisa ser questionado e na minha visão seria o cobrador, isso mesmo, para que precisamos de cobrador? Na região do ABC, hoje operado pela Metra, o que antes era chamado de trólebus, que na origem deveria ser elétrico, mas hoje ônibus elétrico é bem difícil de ser encontrado, não tem cobrador, e isso só foi possível pois a companhia foi concebida assim, desde o inicio não foram contratados cobradores, você compra um bilhete igual ao do metro em comércios perto dos pontos de ônibus ou então nos terminais e insere na catraca ao entrar no ônibus, funciona muito bem.

Claro que um ou outro pode argumentar, se eu precisar de um bilhete as 23:00 e todos os comércios estiverem fechados, como eu faço? Eu diria, se você depende de ônibus deveria se planejar para esse tipo de coisa, não podemos querer colocar um cobrador em cada ônibus só porque uma minoria de pessoas pode ter esse tipo de problema, lamento, mas o objetivo é atender a maioria, não todos.

Uma coisa que eu não concordo é que como eu disse isso funciona no ABC a muito tempo e nem por isso a passagem é mais barata que em outros lugares, isso é um problema, pois quem esta ganhando com isso é só o empresario e nada é passado a população, isso não pode acontecer, pois essa diferença tem que ser dividida com a população.

Claro que deveria existir um plano para que isso fosse implementado aos poucos para gerar o minimo de impacto, com esses cobradores sendo realocados para outras funções ou cursos para assumirem outras funções, mas com a força e o dinheiro que corre nos sindicatos dos motoristas e cobradores de ônibus em SP seria uma coisa bem difícil.

11 de jul de 2013

Médicos e Profissionais Extrangeiros

O assunto do momento é a solução que o nosso querido e amado governo 1, 2, 3 salve salve, quer dar a saúde precária desse país, contratar médicos estrangeiros, seria isso a solução de todos os nossos problemas? Talvez em parte, já que aqui em São Paulo quem paga por um plano de saúde tem que esperar pelo menos 2 semanas para conseguir uma consulta de 5 min. com um especialista qualquer, deve ser mesmo a falta de profissionais no mercado? Mas espera um pouco, se eu ligar para marcar a consulta nesse mesmo medico que só tinha horário para daqui a duas semanas e em vez de dizer o meu plano de saúde eu disser que é  particular, ou seja eu vou pagar pela consulta, ai você vai descobrir que tem horário para o mesmo dia se você quiser inclusive.

Então qual será o problema? Talvez sejam os planos porcarias que cobram valores mais baixos da classe mais pobre que pagando isso acredita que terá um plano de saúde melhor que o SUS, mas esses mesmos vendedores desses planos pagam uma miséria aos médicos, e eles super lotam os consultórios com consultas de 5 mim. e seja o que Deus quiser, mas mesmo depois de tudo isso será que mais médicos melhorariam as coisas,acredito que sim, mas seria mais para jogar para a torcido do que resolver mesmo o problema, já que em vez de um medico poderíamos ter dois, claro que todo mundo iria querer marcar consulta com o Brasuca, mas o gringo ia ser bom quando você estiver com pressa.

Isso sem falar nas condições de trabalho dos médicos, quase todos os dias nos jornais são relatados casos de pessoas no corredor dos hospitais, isso quando existem macas para os pacientes, hospitais que dependem do SUS sem remédios, ou mesmo ataduras, falta de tudo quando o dinheiro não chega onde deveria, então não acho que mais médicos seriam a solução real do problema.

A questão dos médicos eu acredito que quem faz faculdade publica deveria dar uma contra partida a sociedade, por exemplo, o cara se formou uma faculdade publica, então nada mais justo que ele trabalhe por um período estabelecido como em hospitais públicos em contra partida, isso independente de crise ou qualquer coisa que seja, o que não pode é o cara ter dinheiro, fazer faculdade de medicina as custas da sociedade e assim que terminar o curso o cara vai para fora do pais fazer uma especialização qualquer, depois de alguns anos volta para o pais cobrando R$ 800,00 por consulta.

Agora quanto a trazer profissionais de fora para cá, eu sou a favor em alguns casos, por exemplo, poderíamos tentar trazer um ministro da saúde da Inglaterra, ou do Canadá, um chefe da casa civil da Suécia, algum ministro do desenvolvimento dos Estados Unidos, algo assim, quem sabe inserindo um pouco de competência nos cargos do poder, conseguiríamos melhorar os outros serviços, só de tirar os amadores já estaríamos no lucro.